O Corredor Dom Pedro registrou, entre janeiro e março de 2026, o trimestre com os menores índices de acidentalidade e mortalidade de sua história. Sob administração da Concessionária Rota das Bandeiras, o sistema de seis rodovias contabilizou 278 acidentes e quatro vítimas fatais no período. Os dados representam uma redução de 60% no número de mortes em comparação ao primeiro trimestre de 2025, quando dez fatalidades foram registradas.
Atualmente, quatro das seis rodovias do corredor não apresentam registros de óbitos no ano. A última ocorrência com vítimas fatais no sistema aconteceu em 14 de fevereiro. Segundo a concessionária, a queda nos indicadores é resultado de um investimento de R$ 4,4 bilhões em infraestrutura desde 2009, incluindo a duplicação de trechos das rodovias SP-360, SP-332 e SP-063, além da implantação de pistas marginais na SP-065.
A estrutura de atendimento operacional conta com oito bases de serviço, sete ambulâncias e dez guinchos com funcionamento 24 horas. Em 2025, o tempo médio de chegada das equipes de resgate ao local das ocorrências foi de 6 minutos e 10 segundos, índice inferior ao limite de dez minutos estabelecido no contrato de concessão. O monitoramento das vias é realizado por 95 câmeras conectadas ao Centro de Controle Operacional.
O Corredor Dom Pedro abrange 17 municípios do interior paulista, conectando o Vale do Paraíba à Região Metropolitana de Campinas. O sistema viário é composto pelas rodovias D. Pedro I, Prof. Zeferino Vaz, Eng. Constâncio Cintra, Perimetral de Itatiba, Romildo Prado e o anel viário Magalhães Teixeira, atendendo a uma região com cerca de 2,5 milhões de habitantes.
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